Relacionamento com Comunidades - Ambiente Público

Atividades produtivas de empresas geralmente causam algum tipo de impacto, sejam eles ambientais, sociais ou econômicos – em maior ou menor grau – concentrados ou não sobre um determinado território.

Impactos causados por grandes empreendimentos tendem a ser amplos e de uma complexidade particular. Podem ser negativos, como por exemplo a ocupação de espaços ocupados por comunidades tradicionais com a consequente realocação da população local ou ainda a pressão sobre políticas públicas ou equipamentos sociais de saúde, educação ou segurança pública. Mas, por outro lado, podem também ser positivos, alavancando a atividade econômica local, a geração de empregos ou o aumento da arrecadação de impostos.

Gestão de Impactos

Atuar com responsabilidade ambiental, visando a preservação do ambiente e da biodiversidade, a gestão, prevenção e mitigação dos impactos ambientais – através do desenvolvimento de medidas de controle ambiental corretas – são apenas um dos lados da gestão de impactos, os quais já são exigidos pelo licenciamento ambiental.

Relacionamento com Comunidades

As empresas devem reconhecer o grau de inserção dos seus empreendimentos nas respectivas regiões – do ponto de vista social, ambiental e econômico – e as diferentes partes interessadas (stakeholders) do negócio. Em especial as comunidades da sua área de abrangência, entendendo a diversidade de características, demandas e potencialidades.

É a “Licença Social” que a empresa deve buscar para poder contribuir efetivamente para a qualidade de vida dessas comunidades. Mantendo um compromisso de ética, proatividade e transparência e valorizando canais de diálogo permanente no relacionamento com comunidades.

Consultoria no Relacionamento com Comunidades

A Ambiente Público Consultoria em Sustentabilidade tem expressiva experiência em consultorias no Relacionamento com Comunidades.

Já estruturamos processos de diálogo social e relacionamento com comunidades no desenvolvimento de grandes projetos, sempre obedecendo a duas premissas importantes: primeiro, buscar entender a dinâmica das comunidades locais em seus aspectos sócio-políticos, suas representações institucionais e relacionamentos através da análise da mobilização e um mapeamento de atores considerados estratégicos dentro das comunidades da área de abrangência. Segunda premissa, o estabelecimento de canais estruturados de comunicação entre os empreendedores, os atores principais e a população, concretizando o relacionamento com comunidades.

Portfólio

Agência 21 – Plano de Desenvolvimento
Camargo Corrêa/Hotchief/Odebrecht – Diálogo
CSU/Dialog – Governança
Goethe-Institut São Paulo – Estratégias
Manabi – Diálogo
Samarco – Plano de Desenvolvimento
Sebrae ES – Metodologia
Sebrae ES – Rede
Siemens – Relatório de Sustentabilidade