A PETROBRAS construiu entre 2007 e 2011 sua nova sede administrativa em Vitória (ES). O complexo EDIVIT, localizado no bairro Barro Vermelho em Vitória ES, possui uma área construída de aproximadamente 95 mil m2 distribuídos em vários edifícios e custou R$ 580 milhões.
A obra foi conduzida por um consórcio construtor formado por três grandes empresas da área de engenharia: ODEBRECHT, CAMARGO CORRÊA e HOTCHIEF. Todas elas com expertise na execução de projetos de grande porte, com alta complexidade técnica, nos segmentos de transporte, logística, energia, saneamento, desenvolvimento urbano e edificações de uso público e corporativo.

Diálogo com comunidades

A área de abrangência do empreendimento compreende uma região densamente povoada, numa das áreas mais nobres de Vitória, com todo o entorno limítrofe ao terreno ocupado por edifícios residenciais em sua maioria.

Para que o relacionamento entre a comunidade e os executores da obra não se tornasse desgastante – ou, por ventura, volátil – era necessário implantar ações de relacionamento e diálogo com comunidades que contribuíssem no gerenciamento do impacto das atividades de construção da nova sede.

Plano Global de Comunicação Urbana

Um plano estruturado de comunicação foi desenvolvido para ser um formal processo de diálogo com comunidades e precedeu o início das atividades de obra.

O processo de diálogo com a comunidade obedeceu a duas premissas importantes: primeiro, buscou entender a dinâmica das comunidades locais em seus aspectos sócio-políticos, suas representações institucionais e relacionamentos, para isso uma análise da mobilização foi realizada de acordo com um mapeamento de atores considerados estratégicos dentro das comunidades da área de abrangência.

Moradores, síndicos, lideranças de organizações locais, governo, representantes de ONGs, escolas e igrejas, entre outros, participaram de uma série de entrevistas estruturadas, que forneceu informações e sentimentos para análise da imagem do empreendimento e da mobilização do entorno de sua implantação.

Esta análise das comunidades definiu estratégias de diálogo para as fases posteriores do Plano Global de Comunicação Urbana, as quais incluíam a segunda premissa: o estabelecimento de canais estruturados de comunicação entre os gestores de obra, os atores principais e a população, concretizando o diálogo com comunidades.

O desenvolvimento do Plano Global de Comunicação Urbana foi coordenado pela Ambiente Público Consultoria em Sustentabilidade, em parceria com outras duas empresas: Usina do Conhecimento e Liga de Marketing.

Diálogo com comunidades na sede da Petrobras